Conflitos repetitivos
As discussões mudam de assunto, mas mantêm o mesmo ciclo de ataque, defesa, afastamento ou silêncio.
Muitos casais não deixaram de amar; apenas perderam a capacidade de se encontrar no meio das feridas e das cobranças.
A terapia de casal cria um espaço estruturado para compreender o ciclo relacional, as necessidades emocionais e as responsabilidades de cada parceiro.
Por trás de muitas brigas estão necessidades de segurança, reconhecimento, parceria, respeito, pertencimento e conexão.
As discussões mudam de assunto, mas mantêm o mesmo ciclo de ataque, defesa, afastamento ou silêncio.
Um tenta explicar e o outro escuta como acusação, crítica ou rejeição.
O casal pode funcionar na rotina, mas perder intimidade, parceria e sensação de porto seguro.
Mentiras, omissões, infidelidade ou promessas não cumpridas podem fragilizar o vínculo.
O trabalho busca compreender o que pertence ao casal, sem apagar a responsabilidade individual de cada pessoa.
Quero conversarIdentificar como cada reação ativa e mantém a resposta do outro.
Aprender a expressar dor, limites e desejos de forma mais clara.
Organizar expectativas, responsabilidades e decisões práticas.
Avaliar possibilidades reais de reparação, reconexão e mudança.
Relacionamentos são ambivalentes: podem conter afeto e dor, cuidado e falhas, aproximação e afastamento.
O trabalho clínico procura integrar essas experiências sem reduzir toda a história ao pior momento nem ignorar o sofrimento existente.
Quando necessário, demandas estritamente individuais podem ser encaminhadas para acompanhamento próprio, preservando o foco do processo de casal.
Existem situações em que comportamentos precisam ser nomeados com clareza e responsabilizados.
A terapia de casal não deve normalizar violência, coerção, humilhação ou risco.
Quando há necessidade de proteção, a prioridade é a segurança e a avaliação adequada da continuidade do trabalho conjunto.
Não. Ela pode ajudar o casal a reconstruir o vínculo, tomar decisões com mais clareza ou organizar uma separação de modo responsável.
O processo é conduzido com o casal, podendo incluir momentos de avaliação conforme a necessidade clínica e os limites éticos.
O envolvimento dos dois favorece o processo. A disposição e a responsabilidade de cada parceiro são avaliadas ao longo do acompanhamento.
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