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Adolescentes • família • escola • identidade

Psicóloga para adolescentes: um espaço de escuta, segurança e desenvolvimento

A adolescência não é apenas uma fase difícil; é um período de mudanças profundas na identidade, nos vínculos e na forma de perceber o mundo.

O acompanhamento oferece escuta clínica ao adolescente e orientação responsável à família, preservando sigilo, segurança e desenvolvimento.

OnlineBrasil e exterior
IndividualAdultos e adolescentes
CasaisRelacionamentos
Sara Rebouças, psicóloga clínica
Sara Rebouças CRP-RJ 05/86520
Demandas frequentes

O sofrimento do adolescente precisa ser compreendido dentro do contexto

Família, escola, amizades, corpo, identidade, futuro e necessidade de pertencimento podem influenciar intensamente essa fase.

01

Ansiedade e pressão

Cobranças escolares, expectativas, comparação e medo do futuro podem gerar sofrimento intenso.

02

Identidade e autoestima

O adolescente pode oscilar entre insegurança, necessidade de pertencimento e busca de autonomia.

03

Conflitos familiares

Pais e filhos podem se amar e, ainda assim, perder a capacidade de conversar sem confronto.

04

Escola e relações

Bullying, isolamento, mudanças de grupo, desempenho e medo de exposição podem afetar a rotina.

Como o processo acontece

Cuidar do adolescente também envolve compreender o contexto.

O adolescente precisa ser escutado como sujeito, enquanto os responsáveis recebem orientação compatível com sua função de cuidado.

Quero conversar
01

Criar vínculo terapêutico

Construir um espaço em que o adolescente possa falar com respeito e segurança.

02

Compreender o sofrimento

Avaliar emoções, comportamentos, rotina, vínculos e fatores de risco.

03

Desenvolver recursos

Trabalhar regulação emocional, comunicação, autonomia e tomada de decisão.

04

Orientar responsáveis

Oferecer devolutivas e orientações preservando o sigilo e a proteção do adolescente.

Psicóloga clínica Sara Rebouças
Acompanhamento psicológico responsável

Autonomia e proteção precisam caminhar juntas

O adolescente precisa ser escutado como sujeito, mas também precisa de adultos capazes de oferecer limites, cuidado e presença.

O sigilo é explicado de forma clara, incluindo as situações em que a segurança exige participação dos responsáveis ou de outros profissionais.

O objetivo não é controlar o adolescente, mas favorecer desenvolvimento, responsabilidade e vínculos mais seguros.

  • Terapia Cognitivo-Comportamental
  • Terapia do Esquema
  • Neurociência aplicada ao comportamento
  • Atendimento online para Brasil e exterior
Família e desenvolvimento

Nem todo comportamento difícil é desafio deliberado

Alguns comportamentos podem expressar ansiedade, medo, vergonha, necessidade de pertencimento, sofrimento ou dificuldade de regulação.

Compreender não significa retirar limites. Significa oferecer respostas mais adequadas ao que está acontecendo.

A participação da família pode ser essencial para construir um ambiente mais seguro e coerente.

Perguntas frequentes

Dúvidas antes de começar

Os pais participam da terapia?

Os responsáveis participam do processo conforme a idade, a necessidade clínica e os limites do sigilo profissional.

Tudo o que o adolescente fala é contado aos pais?

Não. O sigilo é fundamental, exceto quando há risco relevante ou necessidade de proteção.

A terapia pode ajudar em dificuldades escolares?

Pode ajudar quando fatores emocionais, relacionais ou comportamentais interferem na vida escolar.

O atendimento é online?

Sim. A indicação considera idade, privacidade, recursos disponíveis e condições para participação segura.

Agendamento

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