Ansiedade e pressão
Cobranças escolares, expectativas, comparação e medo do futuro podem gerar sofrimento intenso.
A adolescência não é apenas uma fase difícil; é um período de mudanças profundas na identidade, nos vínculos e na forma de perceber o mundo.
O acompanhamento oferece escuta clínica ao adolescente e orientação responsável à família, preservando sigilo, segurança e desenvolvimento.
Família, escola, amizades, corpo, identidade, futuro e necessidade de pertencimento podem influenciar intensamente essa fase.
Cobranças escolares, expectativas, comparação e medo do futuro podem gerar sofrimento intenso.
O adolescente pode oscilar entre insegurança, necessidade de pertencimento e busca de autonomia.
Pais e filhos podem se amar e, ainda assim, perder a capacidade de conversar sem confronto.
Bullying, isolamento, mudanças de grupo, desempenho e medo de exposição podem afetar a rotina.
O adolescente precisa ser escutado como sujeito, enquanto os responsáveis recebem orientação compatível com sua função de cuidado.
Quero conversarConstruir um espaço em que o adolescente possa falar com respeito e segurança.
Avaliar emoções, comportamentos, rotina, vínculos e fatores de risco.
Trabalhar regulação emocional, comunicação, autonomia e tomada de decisão.
Oferecer devolutivas e orientações preservando o sigilo e a proteção do adolescente.
O adolescente precisa ser escutado como sujeito, mas também precisa de adultos capazes de oferecer limites, cuidado e presença.
O sigilo é explicado de forma clara, incluindo as situações em que a segurança exige participação dos responsáveis ou de outros profissionais.
O objetivo não é controlar o adolescente, mas favorecer desenvolvimento, responsabilidade e vínculos mais seguros.
Alguns comportamentos podem expressar ansiedade, medo, vergonha, necessidade de pertencimento, sofrimento ou dificuldade de regulação.
Compreender não significa retirar limites. Significa oferecer respostas mais adequadas ao que está acontecendo.
A participação da família pode ser essencial para construir um ambiente mais seguro e coerente.
Os responsáveis participam do processo conforme a idade, a necessidade clínica e os limites do sigilo profissional.
Não. O sigilo é fundamental, exceto quando há risco relevante ou necessidade de proteção.
Pode ajudar quando fatores emocionais, relacionais ou comportamentais interferem na vida escolar.
Sim. A indicação considera idade, privacidade, recursos disponíveis e condições para participação segura.
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